Sísifo
Ser se emprega a nada terminar e o que terminar?
somos o que há de melhor?
Herói do absurdo
a desprezar deuses
odeia a morte
é apaixonado pela vida
Verdade do homem
Num país sedento,
embriaguez.
Quem ocupa o trono tem culpa.
Dharma
Lei, diz-se universal. Como se houvesse alguma regra para viver a vida...
estava lá... no meu bloco de notas... na memória perdida de meu computador, de minha vida. Não sei quando anotei, o motivo e momento, mas com certeza havia algo em meu pensamento.
Quinta-feira, 21 de Maio de 2009
Segunda-feira, 13 de Abril de 2009
Asas,
são feitas para voar!
Liberdade aonde quer que eu vá.
inclua isto no ato de amar,
não há limites para experimentar!
Liberdade aonde quer que eu vá.
inclua isto no ato de amar,
não há limites para experimentar!
Sábado, 11 de Abril de 2009
Anel
Da primeira vez que fui a uma procissão reparara os meninos...
E a chama das velas.
E jamais pensei que prender-me-ia a suas graças e libertinagens, com seus jubilosos sorrisos, mesmo frente ao derrame da cera ardente.
Quis com você reconstruir as paredes que empestadas estavam de ervas daninhas. Quis pintá-las e bordá-las. Para te alegrar. Recostar-nos-íamos a elas, já aliviadas das pequenas teias cortinadas, juntos, como minhocas ao se entrelaçar, eu morreria em sua pele, cingida a teu peito e junto à minha causa.
O que não fiz ou o que não fui. Não tinha a intenção só quis com você fazer as paredes o mais alto possível, distanciando daquele final, mas quedamos. A cegueira crepuscular nos irradiou a felicidade efêmera e deixamos de alçá-las.
De todos os amores possíveis a faca sem corte perpassou meu coração e quase sem ar não encontrei a que me atar, sufocada em um grande e vermelho mar.
Jaz em mim a certeza de meu destino ou a escolha de minha morte.
E jamais pensei que prender-me-ia a suas graças e libertinagens, com seus jubilosos sorrisos, mesmo frente ao derrame da cera ardente.
Quis com você reconstruir as paredes que empestadas estavam de ervas daninhas. Quis pintá-las e bordá-las. Para te alegrar. Recostar-nos-íamos a elas, já aliviadas das pequenas teias cortinadas, juntos, como minhocas ao se entrelaçar, eu morreria em sua pele, cingida a teu peito e junto à minha causa.
O que não fiz ou o que não fui. Não tinha a intenção só quis com você fazer as paredes o mais alto possível, distanciando daquele final, mas quedamos. A cegueira crepuscular nos irradiou a felicidade efêmera e deixamos de alçá-las.
De todos os amores possíveis a faca sem corte perpassou meu coração e quase sem ar não encontrei a que me atar, sufocada em um grande e vermelho mar.
Jaz em mim a certeza de meu destino ou a escolha de minha morte.
Quarta-feira, 8 de Abril de 2009
Só no português...
... encontro a Saudade.
Não tem idade, ocorre em qualquer cidade.
Independente do mês, lá vem ela, outra vez.
Não tem idade, ocorre em qualquer cidade.
Independente do mês, lá vem ela, outra vez.
Terça-feira, 24 de Março de 2009
Domingo, 22 de Março de 2009
risos...
dê-me um pouco mais de vinho.
beijos...
sinto em você todo o desejo.
abraços...
sinceros, não somente amassos?
sorrisos...
calando o desejo meu de um aconchego teu
no mais sincero desejo, à tona,
daquela taça a mais, à-toa,
... e a mais...
e a mais servida a mim
... a ti.
dê-me um pouco mais de vinho.
beijos...
sinto em você todo o desejo.
abraços...
sinceros, não somente amassos?
sorrisos...
calando o desejo meu de um aconchego teu
no mais sincero desejo, à tona,
daquela taça a mais, à-toa,
... e a mais...
e a mais servida a mim
... a ti.
Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009
periódica lacuna
"Abandonei-te! Perdoa-me?! Tenho a impressão de que estas idas e vindas não são somente a correria do dia-a-dia, talvez ocorram devido a instabilidade da alma ser periódica!
Perdoa-me?! Não faço por querer, apenas faço sem saber, sabe?"
Perdoa-me?! Não faço por querer, apenas faço sem saber, sabe?"
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